
para Manoel de Barros
empunhando palavras
como sementes
à maneira de Mané
desaprendendo
em soletração
cada miúdo grão
da natureza
destreza
cantares
pela fresta
assobia a madeira
de amores com a quase ventania
desolhar
os galhos se chamegam
tal qual
a tua poesia
no meu peito
Tem entrevista dele lá na Cult.


Que foto linda de Mané, passáro desabrochado…
E você, minha cantoria.
um dos meus mestres. estou a preparar ensaio sobre a obra dele.
abraço, Pedro.
Ele é um raro!
Belo trabalho! Bravo!
Como parceiro do cinema, convido-o a navegar no blog O Falcão Maltês. Com ele, procuro o deleite cinematográfico.
Abraços,
O Falcão Maltês